15 de fev de 2011

Estranho estado

'Saudade que me mata sem me assassinar
O pensamento, tolo, insiste na fuga girando em círculos
Fugir pra quê? Fugir pra onde?
Inútil ato de achar
Inútil ato de fingir
Estranho estado a se encontrar
Espera infindável transcreve poesias
Transformando as cores
em travessas vazias


Estado calado, vazio, quebrado.
Soma sem resultado, mente vazia e corpo pelado.
Me encontro ao meio dividida em partes
Ausência de sons, de gostos, de gestos.
Silencio eloquente, resposta precisa.
Tempo coerente, insensato, indecente.
Eira que me beira sem me desaprumar'

3 comentários:

  1. "Saudade que me mata sem me assassinar"
    "Inútil ato de fingir"me descrevem nesse momento.
    esse texto parece ter saido de mim, bem la do fundo, onde ninguém mexe, só meus pensamentos medrosos sabem encontrar.
    me identifiquei horrendamente, rs

    embora me lembre minha "tristeza"
    eu adorei rrsrs

    ResponderExcluir
  2. Obs: você se importaria se eu copiasse esse texto pra mim?

    ResponderExcluir
  3. pode copiar sim flor, só coloca meu nome embaixo como autoria, mas pode copiar... isso acontece comigo com certa frequencia tbm... pelo lado positivo, podemos ver que não somos unicos no que sentimos.. sempre tem alguem que se encaixa com suas palavras...

    ResponderExcluir